Neste ensaio fotográfico (selecionei algumas fotos para esta postagem, ainda tem muito mais para mostrar), realizado durante os dez dias que passei lá, a minha intenção não foi somente registrar a expressão de alegria, mas também captar a serenidade e a integração com o meio ambiente, com a rotina do dia-a-dia dessa população capaz de demonstrar uma energia pela vida dificilmente encontrada em outros lugares.
Dentro de uma casinha da aldeia, segundo o morador, essa parte é o quarto dele, a parede serve como guarda-roupa e a esteira, totalmente gasta, no chão é a cama.
Hora do almoço, criança comendo o sima, a única comida encontrada com facilidade nas aldeias, é um prato feito apenas com milho e mandioca.
Rapazes trabalhando na olaria, o povo malauiano é bastante trabalhador.
O milho é a principal fonte de alimento nas aldeias.
Crianças contentes ao receberem bolas de presente, assim como no Brasil, o futebol é o esporte preferido deles e uma das poucas diversões da garotada nas aldeias.
Rapaz transporta enorme quantidade de carvão na garupa. No Malawi a bicicleta é um precioso transporte de carga, em alguns locais ela é utilizada como táxi.
Garoto faz sinal de positivo, imitando o fotógrafo já que no país esse gesto não é conhecido.
Como a Aids está dizimando o continente africano, é enorme a quantidade de órfãos nas aldeias. O irmão mais velho fica responsável em cuidar do menor,
por isso, é muito frequente ver essas cenas de zelo e cuidado entre os irmãos.
Este senhor, riso brilhante, vende tomate na beira da estrada.
Esse outro também é vendedor de tomate, na frente da barraca dele faz um sinal mostrando as duas palmas da mão, pelo que eu entendi esse é o sinal de positivo do malauiano.
E aqui, algum amigo do “Projeto Malawi”, tirou essa foto na qual me divertia com algumas crianças, “ensinando uns golpes de Kung Fu”.